NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE (NSP)

Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta danos aos Pacientes mediante a qualidade e falhas relacionadas aos erros de procedimentos pelos quais podem causar sequelas permanentes ou óbitos prematuros .

Desta forma, visando prevenir índices maiores, o Ministério da Saúde (MS) assim como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicaram a RDC nº 36 em agosto do ano de 2013 no que concerne às diretrizes básicas para ações quanto a promoção da segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos Serviços de Saúde.

De acordo com a RDC 36/2013 Art.4º, da seção I, o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) foi nomeado pela Direção Geral do IPUB (por meio da Portaria 11.109, de 30 de outubro de 2018) para a execução de um Plano de Segurança do Paciente (PSP).

Objetivo do NSP:

I- proteção à Saúde do Paciente.

II- promoção e apoio à implementação de iniciativas voltadas à Segurança do Paciente.

Conforme o Art.8º da seção II da RDC 36/ 2013, são discriminados seis (6) protocolos de segurança ao paciente em Instituições de Saúde, durante a internação, baseados no aumento de incidentes registrados pela ANVISA:

Identificação do paciente

Segurança em cirurgias -Cirurgia Segura no ECT

De acordo com Protocolos Internacionais pelos quais foram criados com intuito da redução de incidentes e eventos adversos, foi criada a Lista de Verificação de Cirurgia Segura pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a qual contém três etapas:

Antes da indução anestésica;
Antes do procedimento;
Antes do paciente sair da sala cirúrgica.

Higiene das mãos e controle de eventos adversos

A higiene das mãos é o critério mais importante no que tange ao cuidado à saúde, haja vista que o profissional de saúde interage com diferentes pacientes em suas diferentes condições. Esta ação, higienização das mãos, previne a transmissão de micro-organismos e doenças. Assim, o Protocolo expõe os 5 momentos em que a higienização das mãos devem ser feitas:

Antes do contato com o paciente;
Antes da realização do procedimento;
Antes da administração de medicamentos;
Após a exposição a fluídos corporais;
Após o contato com o paciente;
Após o contato com áreas próximas ao paciente.

Uso racional de tecnologia como critérios básicos de segurança para realização da prescrição Médica

O índice de Erros relativos às prescrições são altos no mundo. Objetivo da Segurança na prescrição consta na diminuição de equívocos quanto aos medicamentos dispensados pelo Setor Responsável assim como erros de interpretação pelo profissional que administra os medicamentos ao Paciente.

Desta forma, o Protocolo tem o objetivo da promoção de práticas seguras no uso de medicamentos em estabelecimentos de saúde com intuito de redução da mortalidade conforme os seguintes:

Letra legível nas prescrições, informando posologia e tempo de uso;
Acesso a informação de medicamentos aos Profissionais;
Uso de fracionadora no Serviço de Farmácia para identificação do paciente, e unitaristazão da dose;
Educação Permanente aos profissionais e familiares dos pacientes.

Prevenção de quedas dos pacientes em leitos ou na deambulação

As quedas dos enfermos resultam em danos e as consequências são:

Risco de morte;
Aumento da estadia hospitalar;
Aumento dos custos assistenciais;
Diminuição da credibilidade da instituição;
Complicações legais.

O protocolo criado pelo NSP e Comissões visa a redução de quedas dos pacientes tanto no área de Assistência quanto na área de caminhadas
diárias dos pacientes da Seguinte forma:

Avaliação do risco de queda para cada paciente;
Revisão periódica do medicamento;
Alerta aos calçados utilizados pelos pacientes.

Prevenção em úlceras por pressão

COMISSÕES DO IPUB

Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)

Comissão de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde (CGRSS)

COMISSÃO DE FARMACOVIGILÂNCIA

A definição de FARMACOVIGILÂNCIA consta como a IDENTIFICAÇÃO, AVALIAÇÃO, COMPREENSÃO E PREVENÇÃO DO EFEITO ADVERSO  A QUALQUER PROBLEMA RELACIONADO AO USO NÃO CORRETO DO MEDICAMENTO . Desta forma, importante que sejam informados para a Comissão, os seguintes itens observados pelos profissionais assim como familiares:

Eventos adversos causados por desvios da qualidade de medicamentos;
Inefetividade terapêutica;
Erros quanto ao uso de medicamentos para indicações não aprovadas no registro;
Uso abusivo;
Intoxicações e interações medicamentosas.

Comissão de Farmácia, Terapêutica e Insumos Hospitalares (CFT)

Comissão de Prontuário e Documentação Médica

Comissão de Bioética

Comissão de Óbito

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

formulários para serem preenchidos pelos profissionais de sáude

Expediente - Núcleo e Comissões do IPUB

NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE-NSP
(Portaria 11.109, De 30 de outubro de 2018- BOUFRJ nº 45- 8 de novembro de 2018)

I-Flaminia Flammini- Cargo Farmacêutica- Coordenadora do NSP)
II- Denise Caldas de Jesus- Cargo Nutricionista

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH)
(Portaria 3835, De 28 de maio de 2020- BOURFJ nº23 04/06/2020)

I- Elaine Loureiro pereira Soares – Cargo Médica
II-Emilia Jalles de Souza – Cargo Enfermeiro
III-Flaminia Flammini – Cargo Farmacêutico
IV- José Bento de Assis Junior- Cargo Enfermeiro
V-Pedro Henrique Maia Portugal- Cargo Médico

COMISSÃO DE FARMÁCIA ,TERAPÊUTICA E MATERIAIS HOSPITALARES -CFT
(Portaria 4.097, De 9 de junho de 2020- BOUFRJ Nº 25, 18 de Junho de 2020)
I-Emilia Jalles de Souza – cargo Enfermeiro
II-Flaminia Flammini – cargo Farmacêutico
III- Pedro Henrique Maia Portugal- Cargo Médico
IV- Rafael Maciqueira da Silva- Cargo Farmacêutico
V- Marcos Vieira Ferreira- Cargo Médico
COMISSÃO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE SAÚDE -CGRSS
( Portaria Nº 6592, De 28 de setembro de 2020- BOUFRJ nº 40 de 01/10/2020)

I- Carlos Antonio da Silva- Cargo Tecnico em Farmácia
II- Flaminia Flammini- Cargo Farmacêutico
III- Martha Moeckel – Cargo Nutricionista
IV- Rafael Maciqueira da Silva- Cargo Farmacêutico

COMISSÃO DE FARMACOVIGILÂNCIA
(Portaria 4.098, De 09 de Junho de 2020-BOUFRJ Nº 25,18 de Junho de 2020)

I-Emilia Jalles de Souza – cargo Enfermeiro
II-Flaminia Flammini – cargo Farmacêutico
III- Pedro Henrique Maia Portugal- Cargo Médico
IV- Rafael Maciqueira da Silva- Cargo Farmacêutico
V- Marcos Vieira Ferreira- Cargo Médico

COMISSÃO DE ANÁLISE DE PRONTUÁRIO, DOCUMENTAÇÃO MÉDICA E ESTATÍSTICA
(Portaria 4.428, De 26 de Julho de 2020- BOUFRJ Nº 27, 02 de julho de 2020)

I-Adriana Cardoso de Oliveira e Silva- Cargo Professor
II-Catia Maria Matias- Cargo Bibliotecário
III-Flaminia Flammini- Cargo Farmacêutico
IV- José Luiz Martins Lessa -Cargo Médico
V- Leonardo Lessa Telles- Cargo Médico

COMISSÃO DE ÓBITO
(Portaria Nº 13.003,De 27 de Novembro de 2019-BOUFRJ nº 49- 05 de dezembro de 2019)

I- Allan Gonçalves Dias- Cargo Médico
II- Leonardo Lessa Telles- Cargo Médico
III- Marcio Amaral- Cargo Professor
IV- VIrginia Faria Damasio Dutra- Cargo Professor

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
(Portaria nº 6796, De outubro de 2020- BOUFRJ nº 41- 08 de outubro de 2020)
I-Claudia Barbastefano Monteiro Cargo Enfermeiro (Coordenadora da Comissão) -Cargo Médico
II-Paulo Marcius Ferraz de Sant’ana- -Cargo Assistente em Administração
COMISSÃO DE BIOÉTICA
(Portaria Nº 11.125, De 30 de Outubro de 2018- BOUFRJ nº 45- 8 de novembro de 2018)
I- Leonardo Lessa Telles- Cargo Médico
II- Liliane Maria Pereira Vilete, Cargo Médico
III- Marco Antonio Alves Brasil- Cargo Professor
COMISSÃO DE ÉTICA MÉDICA
( Portaria 11.124, De 30 de Outubro de 2018- BOUFRJ nº 45- 8 de novembro de 2018)
I- Adriana Lupu- Cargo Médico
II- José Carlos Borges Appolinario- Cargo Médico
III- Liliane Maria Pereira Vilete- Cargo Médico (Presidente da Comissão)
IV- Marcelo Santos Cruz- Cargo Médico (suplente da Comissão)
V- Otactavio Domont de Serpa Junior- Cargo Professor ( Suplente da Comissão)

flaminia.flammini@ipub.ufrj.br